Marcos Marinho

Lucidez para decisões que não admitem ensaio


 O que vem depois do DEI? 

🔍 Um momento decisivo para a diversidade nas organizações.

A recente publicação da Harvard Business Review, assinada por Lily Zheng, nos convida a uma reflexão inadiável: estamos realmente avançando na construção de ambientes mais justos e inclusivos, ou apenas mantendo um discurso que já não entrega os resultados esperados?

Em um cenário onde o apoio institucional ao DEI caiu para 52% dos trabalhadores americanos, muitas empresas seguem apostando em estratégias que já demonstraram suas limitações.

Treinamentos que não mudam comportamentos, iniciativas que reforçam divisões ao invés de promover pertencimento e um cansaço crescente — tanto de quem precisa justificar constantemente a importância do tema quanto de quem enxerga a inclusão como uma imposição.

Mas e se, em vez de resistirmos à mudança, aproveitássemos este momento para reinventar o conceito de inclusão?

Zheng propõe um novo caminho, ancorado no conceito FAIR: Justiça (Fairness), Acesso (Access), Inclusão (Inclusion) e Representação (Representation).

Em outras palavras, um retorno ao que realmente importa: garantir que todas as pessoas tenham oportunidades reais, sem transformar a inclusão em uma narrativa distante do dia a dia corporativo.

✨ Para Pensar:

A inclusão não é um departamento, uma meta de compliance ou um projeto sazonal. Ela é sobre pessoas. Sobre a experiência de pertencimento, sobre a possibilidade de crescer sem precisar provar, o tempo todo, que se tem valor.

O verdadeiro desafio dos líderes não é apenas defender o DEI, mas fazer com que ele funcione na prática — de forma autêntica, estratégica e sustentável.


Para Ler Artigo de Lily Zheng na Harvard Business School, clique Aqui



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